sábado, 20 de dezembro de 2008

VELHO CEDRO

VELHO CEDRO
Velho cedro cansado, debaixo da tua sombra
venho descansar a penumbra do teu olhar.
Velho cedro ao sabor do vento
traz-me noticias, alento,
para a minha alma
e esse mar imenso doi tanto
que mal aguento estar em teus braços
como mãe e seu rebento
e te amar ...
CAM

3 comentários:

rita disse...

QUE COMPRIDO QUE ELE ERA, O VELHO BANCO DE CIMENTO
QUANTAS VEZES O PERCORRI DE CÁ PARA LÁ, DE LÁ PARA CÁ.
SENTADA DE PERNAS AO VENTO, O VELHO FORD ESPERAVA
LENTAMENTE ÍA SUBINDO, AQUELA LONGA ESTRADA
LÁ, VINHAM O AVÔ, O PAI E AQUELES QUE FALTAVAM, NAS BELAS TARDES DE VERÃO

loo rock disse...

Caríssima Amiga Rita,
Permita que a trate assim! Na verdade, aquele banco era uma espécie de Cabo da Boa Esperança. Havia que controná-lo para ver o outro lado do Mundo. Estou a escrever neste momento, um pouco desses dois Mundos. Pequenas histórias de infância, momentos de eterna felicidade. Por baixo estava o velho lagar, as uvas colhidas mesmo verdes, as longas correrias com o velho Leão e o Rex, penso que eram os nomes dos cães.
Cumnprimentos cordiais
Carlos

loo rock disse...

Amiga Rita,
Esqueci-me de mencionar que na foto está a Fernanda! Naquele tempo ainda conseguia sorrir...