domingo, 10 de maio de 2009

DE MACHICO A LAS PALMAS EM HIDROVIÃO

Aquila Airways - "City of Funchal"
Para os que pensam que só houve saídas ou chegadas de hidroviões à Baia do Funchal, desenganem-se...
Em 9 de Abril de 1957, a excursão de setimanistas do Liceu do Funchal, resolveu deslocar-se às Ilhas Canárias. Assim, um hidrovião da companhia inglesa Aquila Airways fez o percurso Machico-Las Palmas em 1h 33', voo nº. AQ 103-Extra.
Diário de Noticias do Funchal # 26.654 de 10.4.1957

4 comentários:

JF disse...

Espetacular, pensava terem sido sempre operados a partir da Baía do Funchal.

Que pena terem sido desmantelados no Cabo Ruivo...

Rui Sousa, Madeira Spotters disse...

Verdadeiramente curioso.
Será que há, em algum sítio, fotos dessa ocasião?

loo rock disse...

Caro Amigo Rui Sousa,
Estou a tentar pesquisar mais informação sobre o assunto.Penso que deverá haver fotos do acontecimento, o hidrovião levava muitos estudantes madeirenses, um deles fez uma crónicas da viagem com os acontecimentos mais marcantes da excursão para o Diario de Noticias do Funchal, que poderá consultar na sede do vespertino madeirense.No meu outro blog collecting tap, pode ver algumas fotos de hidroviões na Madeira que tenho na minha colecção, bem como artigos dos aeroportos de Porto Santo e Santa Catarina. Breve irei colocar on-line mais noticias, da pesquisa realizada.
Um abraço,
Carlos Monteiro

loo rock disse...

Caro JF,
Na verdade não tive o prazer de ver qualquer hidroavião na Madeira. Nasci em 1958 e, como tal, já estavam na recta final. No entanto, lembro-me de em Cabo Ruivo andar a brincar junto a hidroviões abandonados que estavam na doca. Infelizmente por burrice do Estado Novo, (pois haviam alguns interessados em comprá-los para os mais diversos fins), não deixou... é assim um país rico! Preferiu-se que apodrecessem a serem reparados e colocados nos museus. Onde é que eu já vi isto???? Já sei na fragata D. Fernando e pouca Glória... Gastou-se uma fortuna para mandar recuperar e agora foi praticamente abandonada, jogada para um canto. Aí a Marinha já não se interessou pelo caso. Foi preciso a autarquia de Almada, ceder um lugar para acostagem deste belo veleiro. Valha-nos São Cuty Sark!