domingo, 29 de maio de 2011

À ESPERA DO HORÁRIO

O dia estava quente! À sombra do velho portão, desesperamos a chegada do velho horário. Confesso que não sei se era para Machico ou em direção ao Funchal (penso que seja a primeira escolha). Tempo para confraternizar e fazer o tempo passar. O silêncio doía e aquele calor que castigava os cocurutos mais sensíveis pouco habituados aos ares de Água de Pena. O tempo é o destino e tudo o mais virá...

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