A TERRA VERMELHA, O VENTO QUENTE VINDO DE LESTE NA MINHA MEMÓRIA OS VELHOS BINÓCULOS ZEISS PROCURAVAM TESOUROS DO CAPITÃO KID OU UM MOSQUITO NAS DESERTAS. A PERSPECTIVA DE CARLOS ALBERTO MONTEIRO
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
VELHO CEDRO
Velho cedro cansado, debaixo da tua sombra
venho descansar a penumbra do teu olhar.
Velho cedro ao sabor do vento
traz-me noticias, alento,
para a minha alma
e esse mar imenso doi tanto
que mal aguento estar em teus braços
como mãe e seu rebento
e te amar ...
CAM
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
VARANDA
UM BALOIÇO PARA DOIS
Um baloiço para dois
Noite de prata,
A Lua incide sobre o Atlântico imenso
O Farol de S. Lourenço parece enamorado
Pelo Farol da Deserta,
cada um à vez brilha seu movimento. Nós olhamo-nos
e no baloiço do jardim nem nos falamos. Incrédulos,
pelo silêncio de uma noite de Verão. Beijo a tua face
e nada dizes, olhas-me nos olhos, reluzem amor.
Noite de prata,
A Lua incide sobre o Atlântico imenso
O Farol de S. Lourenço parece enamorado
Pelo Farol da Deserta,
cada um à vez brilha seu movimento. Nós olhamo-nos
e no baloiço do jardim nem nos falamos. Incrédulos,
pelo silêncio de uma noite de Verão. Beijo a tua face
e nada dizes, olhas-me nos olhos, reluzem amor.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
ANA D' ARFET
ANA D’ARFET
Ermida de S. Roque, fim de tarde quente
E o horizonte tão distante
Sinto o prazer dos frescos plátanos.
Casais de namorados espiam
as águas da baía. Ondinhas beijam meus pés
sinto a presença junto ao meu ombro,
teu encanto e enamoramento.
Tua silhueta junto à praia
Negrumes da minha alma passando,
Revejo tua imagem nas águas
Basálticos promontórios
Espelham nosso olhar
Palavras para quê, se te vejo
Imóvel hirta sobre a praia.
Ermida de S. Roque, fim de tarde quente
E o horizonte tão distante
Sinto o prazer dos frescos plátanos.
Casais de namorados espiam
as águas da baía. Ondinhas beijam meus pés
sinto a presença junto ao meu ombro,
teu encanto e enamoramento.
Tua silhueta junto à praia
Negrumes da minha alma passando,
Revejo tua imagem nas águas
Basálticos promontórios
Espelham nosso olhar
Palavras para quê, se te vejo
Imóvel hirta sobre a praia.
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