segunda-feira, 16 de novembro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO DE ÁGUA DE PENA - 30 ANOS


O Grupo de Folclore de Água de Pena prepara-se para apresentar a 8 de Dezembro, no próximo mês, o primeiro CD da sua história, intitulado 'Romarias', que servirá para assinalar os 30 anos de existência desta colectividade que é composta por 33 membros. O anúncio é feito por Maria dos Anjos, presidente deste Grupo Folclórico, desde 1994. "Começámos a trabalhar para o lançamento deste CD em Setembro deste ano. As músicas já estão na editora no continente, mas ainda não sabemos quando é que os CDs estarão todos gravados. Por isso, estamos a pensar apresentá-lo publicamente a 8 de Dezembro". O director artístico João Branco destaca, das 13 músicas que compõem este trabalho, a especificidade de algumas faixas. "Todas elas são canções bastante vivas, mas há algumas que identificam mais a freguesia de Água de Pena, como a 'Canção dos Fachos', que antigamente também se acendiam na véspera da Festa do Senhor. Temos também a Canção do Seixo, um louvor à fonte do Seixo, o principal marco histórico da freguesia". Disse ainda que antes da gravação deste CD foi feita uma recolha das músicas que antigamente eram entoadas durante as romagens da festa da padroeira de Água de Pena. "Os temas deste primeiro CD estão relacionados com as vivências típicas da freguesia nas décadas de 40 e 50 que as nossas mães e avós falavam". João Branco relevou o lançamento deste trabalho numa colectividade que em 30 anos de existência apenas por uma vez tinha gravado músicas originais. "Em 1992 gravamos um LP, mas depois o grupo parou durante alguns anos. Voltamos a retomar as actividades com a fundação da Casa do Povo de Água de Pena que nos convidou para fazer parte da instituição". Já a olhar para o futuro, Maria dos Anjos prevê já o lançamento de outro CD daqui a dois anos. "Ainda temos muitas músicas para gravar, por isso vamos começar logo a trabalhar para lançar o segundo CD". Deste trabalho, 'Romarias' serão editados 1500 CDs que poderão ser adquiridos por 15 euros à unidade.
Marco Freitas
Publicado no Diário de Noticias do Funchal em 16 de Novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

II CONCURSO DE DOCES E LICORES - MACHICO MAIS DOCE

Com mais esta iniciativa da Junta de Freguesia de Machico, esperam-se novas oportunidades de dar azo à imaginação no que concerne aos doces e licores caseiros.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

DEBRUÇADO NO MIRADOURO



Debruçado no Miradouro da Queimada, podemos ver o longo Vale de Machico, saborear a brisa maritima e sonhar piratas ao longe nas Desertas. Temos um mundo aos nossos pés, um rincão de pessoas que vivem, trabalham e anseiam uma vida digna. (Fotos CAM)


sábado, 31 de outubro de 2009

O RELÓGIO - MACHICO

El Reloj (Armando Manzanero)

Reloj no marques las horas
Porque voy a enloquecer
Ella se irá para siempre
Cuando amanezca otra vez
Nomás nos queda esta noche
Para vivir nuestro amor
Y tu tic-tac me recuerda
Mi irremediable dolor
Reloj detén tu camino
Porque mi vida se apaga
Ella es la estrella que alumbra mi ser
Yo sin su amor no soy nada
Reloj no marques las horas
Porque voy a enloquecer
Ella se irá para siempre
Cuando amanezca otra vez
Detén el tiempo en tus manos
Haz esta noche perpetua
Vara que nunca se vaya de mí
Para que nunca amanezca
Para que nunca amanezca
Para que nunca amanezca.

domingo, 25 de outubro de 2009

FONTANÁRIO - MACHICO

O fontanário que se situa junto à Igreja Matriz de Machico foi inaugurado em 1929. Ostenta no seu interior uma enorme concha em cantaria regional. Fotos CAM

FLATS


terça-feira, 13 de outubro de 2009

FALTA PEDRA EM AGUA DE PENA

Conforme constatei in loco numa das recentes visitas a esta Freguesia, e por indicação de algumas pessoas residentes na mesma, falta pedra em Água de Pena. Só assim se poderá justificar que existam pessoas a roubar as pedras que circundam a antiga piscina da Matur e do hotel Atlantis. Todos estes equipamentos bem como o antigo supermercado, estavam muralhados por pedra sobreposta, de modo a fazer paredes que protegessem e embelezassem em vez do betão. Das duas uma, ou existe falta de pedra ou as pessoas são autenticos calhaus rolados e dedicam-se a roubar tudo o que não lhes pertence. Inclino-me mais para a segunda opção, pois não é virgem roubar durante a noite as tampas de ferro das águas pluviais dos arruamentos, deixando em perigo tanto pessoas como veículos de possiveis acidentes.